Tecnologia para mercado internacional

Carlos Henrique Ferreira, vice presidente do Sindvel, fala sobre os esforços do Sindicato das Indústrias para inserir a tecnologia brasileira no mercado internacional e abrir novos mercados.
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Carlos Henrique Ferreira, vice presidente do Sindvel e gerente do PSI Eletroeletrônicos Brasil APEX/Sindvel

Carlos Henrique Ferreira, vice presidente do Sindvel, fala sobre os esforços do Sindicato das Indústrias para inserir a tecnologia brasileira no mercado internacional e abrir novos mercados.

Radio World:Poderia falar um pouco sobre o 'Vale da Eletrônica' no Brasil e a Sindvel?
Carlos Henrique Ferreira: O Sindvel — Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica — juntamente com a Associação Industrial de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, congregam 140 empresas de eletro eletrônica, telecomunicações e equipamentos para radiodifusão, em Santa Rita do Sapucaí, cidade conhecida como Vale da Eletrônica brasileiro, em Minas Gerais.

RW:Pelo segundo ano consecutivo o Sindvel organizou o Pavilhão Brasileiro na NAB em Las Vegas. Qual a importância da participação do Sindvel em eventos internacionais como a NAB?
Ferreira: Em eventos como a NAB podemos mostrar a tecnologia brasileira a vários países de forma simultânea, pois a NAB é considerada a maior feira de equipamentos para radiodifusão e multimídia. Desta forma criamos oportunidade para nossos associados abrindo novos mercados e inserindo as empresas no mercado internacional.

RW:O Pavilhão Brasileiro teve alguma novidade este ano?
Ferreira: Sim, tivemos 20 empresas em três áreas apresentando o que há de mais moderno em equipamentos para rádios AM e FM, TV VHF e UHF, microondas, antenas, sistema de telemetria, sistemas de codificação, além de sistemas para TV digital nos padrões americano, europeu e brasileiro.

RW:Pode citar algumas empresas que participaram do evento?
Ferreira:Linear, Teletronix, Tecsys, TSDA, Ativa Soluções, Ideal Antenas, JWSAT, STB, Inatel, TQTVD, Screen Service, SET e Fórum Brasileiro de TV Digital.

RW:A crise econômica iniciada nos Estados Unidos pode afetar o avanço da implantação da TV Digital no Brasil?
Ferreira: Até o momento acredito que não, pois as emissoras têm cumprido o cronograma de instalações e adquirido os equipamentos necessários a transmissão digital. Este é um novo negócio que nenhuma emissora quer ficar de fora.

RW:Gostaria de acrescentar algo?
Ferreira: Sim, só falar do nosso Projeto Setorial Integrado (PSI) Eletroeletrônicos Brasil, coordenado pelo Sindvel e formado por empresas que desenvolvem produtos, soluções e serviços inovadores para diferentes mercados.

Com o apoio do Governo Federal, por meio da APEX-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, organização diretamente ligada ao Ministério da Indústria, Comércio e Desenvolvimento, o PSI Eletroeletrônicos Brasil trabalha com o objetivo de abrir novos mercados, consolidar e ampliar a atuação de empresas brasileiras nos mercados tradicionais, sobretudo através do incremento nas vendas de itens com maior valor agregado.

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